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Você sabia que a Artrite é uma doença prioritariamente feminina?

Oii gente! Tudo bem?

Aproveitando que estamos no mês da mulher para deixar aqui um post de conscientização.Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), uma em cada 100 pessoas tem artrite, e em torno de três mulheres para cada homem têm a doença. Recentemente foi realizada o que revela também uma pesquisa mundial sobre o tema que alarmou os profissionais da área sobre o tema.

A doença que envolve alterações de genes ligadas a um fator externo que não se conhece exatamente qual seja, mas que desencadeia o processo. A Artrite Reumatoide é uma condição que afeta as juntas. Para saber mais sobre esse assunto, falei com o reumatologista Dr. Carmo de Freitas.

1.Como surge a Artrite?

Quando o assunto é doença reumática, são elas que em geral sofrem mais. Existem vários fatores que contribuem para o surgimento da AR, desde a hereditariedade à hábitos de vida, e ainda a relação hormonal que torna a doença mais comum em mulheres.

2. Existem avanços no tratamento dessa doença?

Nos últimos anos, os avanços foram muitos com o surgimento de novos tratamentos que vieram para contribuir com a melhora da qualidade de vida do paciente. Antes disso, 30% das pessoas com AR viram a doença evoluir a ponto de ficarem em cadeira de rodas.

3. Quais são os principais sintomas?

50% dos pacientes que responderam à pesquisa mundial relataram que ainda sentem dor, rigidez matinal quando acordam com as articulações endurecidas, com dificuldade de movimento e fadiga. Sabe-se ainda que cerca de 36% dessas pessoas de alguma maneira tiveram de parar de trabalhar ou a AR prejudicou de algum modo a progressão da carreira delas.

 

Outros dados divulgados sobre a doença

Nas relações interpessoais no trabalho, apesar de a maioria dos colegas demonstrar apoio ao amigo na doença, muitos se afastam. Ou seja, mesmo com os tratamentos modernos disponíveis, que deixam o paciente sem que a doença progrida ou tenha sinais de deformidade nas articulações, muitas pessoas não compreendem ao certo o que se passa com o doente e acham que ele “está fazendo corpo mole”.

“Pesquisas como esta são muito importantes para desmistificar questões e ajudar no diálogo entre médicos e pacientes, familiares, amigos. Não basta olhar só a doença, suas causas, tratamentos… É preciso pensar sobre seus reflexos na vida da pessoa doente e, consequentemente, na sociedade como um todo”, enfatiza Dr. Carmo de Freitas.

Quase 60% dos pacientes relataram a doença levando a um impacto tanto na sua atividade física, como na sua atividade emocional, no modo de encarar a vida com frustrações, depressão, alterações de humor.

64% comentaram os impactos da doença em suas relações íntimas, na sua vida sexual.

Mais de 30% disseram não ter vontade de fazer exercícios físicos, por conta das dores que sentem.

E 56% dos consultados sentem-se frustrados ou insatisfeitos quando não conseguem realizar ou completar atividades por causa da doença.

Em termos de aspirações, a pesquisa revelou acomodação em relação à doença para grande parte dos entrevistados: 64% responderam que a AR dificulta sua vida, mas eles aceitam a doença.

A sondagem ainda mostra que o que mais impacta os pacientes com AR, tanto nas atividades diárias de trabalho como nas atividades domésticas, é justamente utilizar as mãos.

Lembre-se: ao sentir dores e incômodos nas articulações, procure um profissional, pois apenas ele poderá indicar as melhores opções de tratamento. Não deixem de se cuidar meninas!

Mil beijinhos e até a próxima!

 

 

2 thoughts on “Você sabia que a Artrite é uma doença prioritariamente feminina?

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